sábado, 16 de abril de 2011

MOMENTO CONCIENTIZAÇÃO DIGA NÃO AO bullying.

Diga não ao bullying

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O atirador do Realengo foi vítima de bullying


Imagem: Reprodução Veja.com.br – Homenagem no muro da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo (RJ)
“A luta pela qual (…) eu morrerei não é exclusivamente pelo que é conhecido como bullying.” A frase, retirada do discurso do atirador Wellington de Oliveira, gravado uma semana antes da tragédia do Realengo, confirmou a suspeita de que Wellington teria, sim, sido vítima de bullying. E que teria promovido um massacre na escola onde estudou justamente por ter sido zoado repetidamente por seus colegas naquele lugar.
O bullying, isoladamente, não pode ser apontado como a causa de uma tragédia como essa. Mas, infelizmente, está entre os principais fatores que levaram Wellingtom a cometer o massacre”, explica Lucia Helena Saavedra, psicóloga e psicopedagoga, membro da Associação Brasileira de Psicopedagogia – seção Rio de Janeiro.
Impossível defendê-lo: por mais que possa ter sofrido, nada justifica que ele tenha “se vingado” atirando contra adolescentes que, assim como ele, não puderam se defender.
E é por isso que CAPRICHO não podia deixar de retomar o assunto. O bullying – zoação e humilhações repetidas contra uma só vítima e sem nenhuma causa aparente – pode, sim, ter conseqüências extremas e muito graves.
No caso de Wellington, outro fator relacionado à saúde contribuiu para que ele cometesse os crimes. Portador de esquizofrenia – doença que pode provocar distorções na maneira como a pessoa enxerga e entende o mundo ao seu redor – sem tratamento, ele passou a isolar-se cada vez mais. A falta de apoio de amigos e familiares fez com que o problema ganhasse proporções ainda maiores. A ponto de ele ter planejado o massacre.
Não dá pra dizer que algo teria evitado essa enorme tragédia. Mas, se ainda é possível existir alguma coisa positiva disso tudo, é que precisamos, mais uma vez, reforçar o respeito ao próximo, o respeito às diferenças e assumir que todos temos responsabilidade para construir um futuro melhor. Diga não ao bullying.

Não é apenas seu personagem em “Glee”, o Kurt, que sofreu com a violência do bullying. Na vida real, o ator Chris Colfer também passou por dias difíceis durante sua época de escola.
“Eu sofria bullying todos os dias, principalmente pela minha voz, mas isso me fez mais forte”, contou o ator.
E pensar que hoje é principalmente com sua voz que Chris arrasa em “Glee”, hein?! Prova disso é que no começo do ano ele ganhou o Globo de Ouro na categoria “Melhor Ator Coadjuvante”! Em seu discurso, Chris incentivou as crianças e adolescentes que sofrem com as agressões verbais na escola a lutarem para combater esse problema.
Nessas horas, por mais difícil que seja, fica aquela dica: se você também é uma vítima desse problema, não se deixe abater. Não tenha medo e avise seus pais e os responsáveis de sua escola
eighton Meester também sofreu bullying
Cate

Quando você vê as celebridades sempre lindas e brilhando em tudo o que fazem, nem passa pela sua cabeça que elas podem ter enfrentado problemas parecidos com os seus e de seus amigos . Mas sempre há uma história para contar, já que o tempo de escola não foi fácil para todo mundo.
Leighton Meester é um exemplo. Ela é linda, famosa e estilosa. Mas a atriz que interpreta a quase vilã Blair na série Gossip Girl contou em entrevista para a Teen Vogue que sofreu bullying no colégio.
“As garotas podem ser muito cruéis umas com as outras, especialmente em coisas bobas, como a sua aparência. No colegial, eu me lembro que as pessoas nem sempre eram legais comigo, meninas e meninos. Principalmente os meninos que eu gostava. Eles eram sempre cruéis… Não importa de que lado você esteja no bullying, você não deve ficar calado”, disse a atriz.
Leighton tem razão. Ficar calado na hora do bullying não é a melhor solução, não importa se as ofensas são contra você ou um amigo. É muito importante que os diretores do colégio e os pais estejam sabendo do problema para ajudar a encontrar uma solução

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